Institucional





História

Empresas e entidades das cadeias agroindustriais de aves, ovos e suínos de todo o Brasil reuniram-se no dia 24 de março de 2014 para criar a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que nasceu a partir da junção da União Brasileira de Avicultura (UBABEF) e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS).

Francisco Turra, ex-presidente da UBABEF, foi indicado para assumir o cargo de presidente executivo da nova entidade, que conta com duas vice-presidências: de aves, assumida pelo ex-diretor de Mercados da UBABEF, Ricardo Santin; e de suínos, comandada pelo ex-presidente da ABIPECS, Rui Eduardo Saldanha Vargas.

Com a criação da ABPA, UBABEF e ABIPECS foram extintas como entidades representativas da avicultura e da suinocultura nacionais, respectivamente.

A ABPA já nasceu como maior entidade representativa do setor de proteína animal do Brasil: são 132 associados. Com a União, a meta é chegar a 150 associados.

Com um Produto Interno Bruto (PIB) total de R$ 80 bilhões, juntas, as cadeias produtivas avícolas e suinícolas geram 1,756 milhão de empregos diretos - sendo mais de 400 mil deles apenas nas plantas frigoríficas – totalizando 4,155 milhões de postos de trabalho (entre diretos e indiretos). Somadas, as exportações de aves, ovos e suínos totalizaram quase US$ 10 bilhões em 2013, ou 4,1% das exportações totais do Brasil e 10% das exportações do agronegócio brasileiro.

De acordo com Francisco Turra, um grupo de trabalho formado por associados e membros das diretorias da UBABEF e da ABIPECS realizou estudos de viabilidade e consultas aos associados durante mais de dois anos. Conforme explica, a ideia da nova entidade nasceu de empresas com produções em aves e suínos.

“O objetivo foi construir uma entidade com representatividade ainda maior, que viabilizasse sinergias e ampliasse o papel político-social das antigas associações. São cadeias com demandas similares em vários aspectos, e que contam com modelos produtivos semelhantes e desafios equivalentes. A ABPA nasceu para dar mais força institucional à cadeia da proteína animal brasileira, seja no mercado interno ou nas exportações”, destaca Turra.

Conforme explica Rui Vargas, todos os elos são ser beneficiados com a unificação. Como ex-presidente da ABIPECS, ele destaca que a ABPA traz perspectivas positivas para o setor de suínos. “Com a criação da nova entidade, alcançamos é o fortalecimento dos dois segmentos e a melhora dos seus respectivos desempenhos em todos os aspectos – técnicos, econômicos e políticos.

Ex-diretor de mercados da UBABEF, o agora vice-presidente de aves da ABPA, Ricardo Santin – que coordenou os aspectos jurídicos do processo de unificação – enfatizou que a maioria dos membros dos conselhos da UBABEF e da ABIPECS foi mantida na nova associação.

“A ABPA segue um modelo de governança transparente e democrático, com câmaras temáticas que contemplarão grupos de trabalho separados para aves e suínos, trabalhando juntos nas questões de interesse de ambas as cadeias produtivas. Nos conselhos, há paridade de votos que garantem equilíbrio de forças entre pequenas e grandes empresas da avicultura e da suinocultura”, explica.

Membro do grupo de trabalho que realizou os estudos de viabilização da ABPA, Marcos Jank, da Brf, destaca que a nova entidade obteve maior relevância na área institucional ao mesmo tempo em que ganha eficiência operacional com o aproveitamento de sinergias nas áreas de levantamento de dados, regulamentação técnica e abertura de mercados no exterior, entre outras.

“Há muito pontos em comum na agenda institucional das duas proteínas: questões e debates técnicos semelhantes, mesmos mercados alvo no exterior, etc. São muitas as oportunidades conjuntas a serem exploradas, que geram ganhos para agroindústrias e produtores das duas cadeias”, aponta.

Eleito presidente do Conselho Diretivo da ABPA (em sua fundação), o Diretor Comercial da Aurora Alimentos, Leomar Somensi acredita que o fortalecimento institucional com a unificação dos trabalhos promoveu resultados para os setores em pouco tempo.

“Temos metas de curto, médio e longo prazo, que envolvem ações tanto no mercado interno, quando na abertura de mercados e expansão das exportações. Neste sentido, por seu perfil profissionalizado, a ABPA gera para os setores de aves, ovos e suínos grandes avanços em variadas áreas, sempre focada em um modelo produtivo marcado pelo excelente status sanitário, qualidade e sustentabilidade da produção”, assinala.

José Roberto Goulart, Diretor Comercial da Alibem, ressalta os objetivos para as empresas da unificação dos setores em uma única entidade.

“A união das duas entidades tem o objetivo de fortalecer a representatividade da carne suína e de aves. Além de levarmos nossas carências e demandas, comuns aos dois setores, com mais força junto aos órgãos governamentais, ganhamos sinergia na busca por abertura de novos mercados, que é o grande desafio da suinocultura brasileira”, disse.




Missão

Representar o setor avícola e suinícola brasileiro em foros nacionais e internacionais zelando pela qualidade, sanidade e sustentabilidade dos produtos, promovendo a integração de toda a cadeia com elevado padrão tecnológico, possibilitando rentabilização e consolidação dos mercados interno e externo, bem como divulgar o frango e o suíno brasileiro nesses mercados.




Visão

Ser uma entidade plural e atuante, integrando toda a cadeia de produção avícola e suinícola, e buscando as melhores soluções para estes setores.




Valores

Satisfação dos associados através de ações e atitudes, pessoas e liderança comprometidas e respeitadas, com base em princípios éticos e afinadas com os valores da honestidade e respeito.




Objetivos

  • Representar a avicultura e suinocultura brasileira junto aos Poderes Executivos e Legislativos, Federal, Estaduais e Municipais, influenciando na construção de políticas públicas que incentivem a produção e o consumo do produtor de aves e suínos;
  • Trabalhar para a manutenção de uma produção sustentável, sanitariamente segura e de fácil acesso à população, auxiliando na garantia da segurança alimentar do país;
  • Dedicar-se à manutenção e abertura de novos mercados para a exportação dos setores e o equilíbrio de fornecimento ao mercado doméstico;
  • Garantir a qualidade, sanidade e sustentabilidade da produção de aves, ovos e suínos e seus derivados;
  • Priorizar os assuntos de interesse dos setores, segundo suas recomendações, junto a autoridades governamentais e organismos internacionais;
  • Promover valores éticos na produção, comercialização e exportação das carnes de aves, de suínos e ovos, e outros produtos destes setores;
  • Zelar pela imagem positiva do setor produtor e exportador das carnes de aves, de suínos e ovos, e outros produtos destes setores;
  • Lutar em defesa do setores no acesso a novos mercados, monitorando barreiras tarifarias e não - tarifarias impostas contra produtos brasileiros;
  • Ser a fonte oficial de dados estatísticos dos setores;
  • Trabalhar para manter a mesma qualidade e respeito aos consumidores externos e internos;
  • Buscar o desenvolvimento dos setores, com equilíbrio entre produtores, integrados, agroindústrias, exportadores, clientes e consumidores finais;
  • Incentivar o desenvolvimento tecnológico e cientifico dos setores; com parcerias com universidades e entidades afins;
  • Trabalhar para a harmonia entre todos os elos das cadeias produtivas de aves, de suínos e ovos, e o convívio salutar e respeitoso com o Governo, Centro de Pesquisas Públicos e Privados, e Entidades afins.